Apresento-vos "O Norbert"
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12032009
Apresento-vos "O Norbert"
Pois é, finalmente o tão aguardado momento chegou. E posso dizer que valeu a pena. O pré toca muitíssimo bem. Ainda está na fase de rodagem mas mesmo assim a satisfação já é total. Seguem-se algumas fotos do rapaz
Nesta foto podem-se ver os potenciómetros que servem para se intervir na curva RIAA. Um para a gama alta outro para a baixa.(como é óbvio)

Aqui, as três chaminés. Mais uma e parecia o Titanic.


Fonte de alimentação separada do aparelho.

Ficou tudo ainda mais saído das colunas. O que este pré também veio evidenciar, foi o facto de o Bellari também ser um óptimo pré de phono, mas este está uns furos acima
Mais um dia de regozijo para as hostes do Audmás.

Nesta foto podem-se ver os potenciómetros que servem para se intervir na curva RIAA. Um para a gama alta outro para a baixa.(como é óbvio)

Aqui, as três chaminés. Mais uma e parecia o Titanic.


Fonte de alimentação separada do aparelho.

Ficou tudo ainda mais saído das colunas. O que este pré também veio evidenciar, foi o facto de o Bellari também ser um óptimo pré de phono, mas este está uns furos acima
Mais um dia de regozijo para as hostes do Audmás.
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Cumprimentos, António Silva
A verdade é uma mentira por descobrir
Thorens 125 MKII com fonte de alimentação Dr. Fuss, SME 3009 Imp, ATOC9II,Yamamoto HS-2, Ortofon MCA-76, [b:5a76]Norbert com ajuste de RIAA[/b:5a76], JJ Electronics 543 (válvulas), Nacamichi 680 ZX, Audio Physic Tempo VI, Sennheiser HD 650, Musical Fidelity X-CAN V2

António José da Silva- Equipa Audiopt - Admin.

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Apresento-vos "O Norbert" :: Comentários
Manuel, não desesperes, o Pro-ject ainda não mostrou o que vale. Ainda não tens o Norbert nem uma cabêça decente. O pior é que é a MC que verdadeiramente revela a glória do vinilo.
Já agora, só para chatear, diz lá o que achas-te dos cabos.
Abraço.
Já agora, só para chatear, diz lá o que achas-te dos cabos.
Abraço.
António José da Silva escreveu:mn61 escreveu:E eu tive direito a uma demonstração do produto...chez moi!!!![]()
Para alem de bem aconselhado, pude avaliar por mim mesmo.
O próximo upgrade em analógico não passará pelo pré de phono![]()
Estou limitado no que diz respeito ao gira discos, mas tenho fé que "a vida vai melhorar"![]()
Para veres até que ponto.... neste momento, gosto mais do som do meu leitor de "ficheiros"
Não é de admirar e já te tinha dito. Todavia sou da opinião que devias de chatear o Luís para ir até tua casa e levar com ele o Dynavox.
Acho que aí toda a tua noção de musicalidade (quer ficheiros, quer musica a sério) se vão alterar.
Não é a mim quem tem de chatear (para mim, pessoas como o manel, nunca chateariam, seria sempre um prazer) pois os aparelhos, já referi serem do Ricardo, que se viu privado deles, para mos por lá em casa em audições. Mas amanha (hoje) espero lá ir devolvê-los.
Hoje é um dia de alegria, visto que, apesar de cada um ser responsável por aquilo que faz, me sentir um pouco "culpado" de tantos amigos terem encomendado um pré igual ao meu, e como tal, fico muito feliz pelo facto de o final ser um final feliz.
E como é um dia de alegria, vou também aqui, compartilhar a minha alegria pela minha ultima aquisição, a compra de umas Audio Physic Tempo VI.
Tenho a agradecer ao amigo Henriques Ferrão, a sua enorme simpatia e a forma como nos recebeu. As colunas estavam como por ele descrito, (novas) e tocam com um nível de qualidade realmente soberbo. Ontem quando as liguei não tinha cá o meu Norbert e elas estavam a tocar muito bem, hoje já com o meu amado ligado, tudo se transfigurou para (muito) melhor.
Espero que a malta tenha muitos anos de prazer com o Norbert como eu espero ter.
Abraços
E como é um dia de alegria, vou também aqui, compartilhar a minha alegria pela minha ultima aquisição, a compra de umas Audio Physic Tempo VI.
Tenho a agradecer ao amigo Henriques Ferrão, a sua enorme simpatia e a forma como nos recebeu. As colunas estavam como por ele descrito, (novas) e tocam com um nível de qualidade realmente soberbo. Ontem quando as liguei não tinha cá o meu Norbert e elas estavam a tocar muito bem, hoje já com o meu amado ligado, tudo se transfigurou para (muito) melhor.
Espero que a malta tenha muitos anos de prazer com o Norbert como eu espero ter.
Abraços
Nunca pensei que de facto o nosso amigo AJS fosse mesmo um sovina, e um forreta bem
Ser sovina e forreta são dois dos 7 pecados capitais
Já me fazem lembrar os Bikinis, ou seja, mostram muito mas não mostram tudo
Vamos lá embora amigo, mostra lá tudo
Abraço
tens aí duas mangueiras ligadas ao esquentador,deve ser uma pró som frio e outra pro quente 
milton escreveu:tens aí duas mangueiras ligadas ao esquentador,deve ser uma pró som frio e outra pro quente
até os cabos apresentaram resultados diferentes nas medições.
milton escreveu:tens aí duas mangueiras ligadas ao esquentador,deve ser uma pró som frio e outra pro quente
O vermelho da direita é o da agua quente não é?
Atenção não venha depois aí uma constipação ao te enganares no cabo............
O que ele não diz é que o seu querido Norbert, tem chorado baba e ranho para sair de novo de lá de casa e voltar onde foi tão bem recebido e melhor tratado

Orion escreveu:O que ele não diz é que o seu querido Norbert, tem chorado baba e ranho para sair de novo de lá de casa e voltar onde foi tão bem recebido e melhor tratado![]()
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Por acaso vai passar as próximas duas semanas, bem perto de casa, para fazer as delicias de alguém que também espera um.
Após algumas pesquisas que fiz sobre a equalização RIAA descobri este texto.
Retirado do blog http://vinilnaveia.blogspot.com/
14. DISTORÇÃO: A equalização padrão RIAA desnatura o evento original no processo analógico? A EQUALIZAÇÃO RIAA É DISTORÇÃO? Claro que não!
Para alguns, a inclusão de "colorações", de freqüências extras ao sinal, é distorção! Não concordo e justifico meu ponto de vista.
Não é distorção porque não mexe na integridade da energia da onda, não mexe na sua essência! Não altera a substância original, não modifica as milivoltagens das tensões elétricas que a compõem ou a relação entre elas - elas permanecem exatas. Acrescer não significa retirar o anterior. Equalização é mexer com quantidade de som para cada freqüência (volume) e não com a sua composição. DISTORÇÃO É A SATURAÇÃO DO SINAL DE ÁUDIO, tornando o que antes era musical, uma ABERRAÇÃO SONORA. Distorcer é saturar o sinal de áudio. A distorção prejudica grosseiramente a estética do som, é o resultado grosseiro de uma interferência humana, voluntária ou não. Mais abaixo, no final desse item, coloco um exemplo de raciocínio lógico para explicar. Por enquanto, vamos só na técnica.
A curva de equalização foi um caminho achado pelos engenheiros de áudio para fazer com que coubesse mais músicas dentro de um LP, isto porque os movimentos laterais amplos da agulha de corte geravam sulcos muito largos no momento de corte do vinil fazendo que num LP coubesse poucas músicas. Aí resolveram inverter a equalização reduzindo os graves e aumentando os agudos, já que estes produziam expansões laterais menores no estilete de corte, gerando assim um sulco mais fino, e, consequentemente, mais músicas gravadas. No momento da audição do LP, toda essa curva era recuperada nos pré-amplificadores domésticos ou profissionais. E porque RIAA? RIAA vem do inglês "Recording Industry Association of América", ou Associação Americana das Indústrias de Gravação. Foi a Associação que acabou impondo (ou a dela foi escolhida democraticamente) a sua curva de equalização, posto que antes haviam várias equalizações: A da Columbia, a da RCA, a da Victor, DECCA, EMI, Capitol, Mercury e outras que relacionarei adiante. Então para padronizar, já que discos equalizados diferentemente tocando em aparelhos de som também com equalizações não correspondentes gerava prejuízo na audição e muita confusão, é que a comunidade industrial de gravadoras passou a utilizar uma curva padrão. Voltando ao assunto inicial, sobre "porque a equalizaçãonão mexe na energia da onda, é como se eu desse a você, numa primeira visita na minha casa, um suco de mamão com laranja, natural. Todo natural. E numa segunda visita, na falta do mamão, eu desse a você um suco de laranja natural misturado com "Tang" de mamão (aquele saquinho com o pozinho dentro). Pois é, é parecido mas não é a mesma coisa. Se eu coloco mais mamão ou menos mamão no 1º suco na 1ª visita que v. me fez, eu estou mexendo com quantidade: Mais mamão, menos mamão e mais laranja e assim por diante, e esse suco pode conter até mais coisas, mamão, laranja, acerola, enfim... isso é mexer com quantidades, isso é equalização (RIAA). Eu mexo nas freqüências mas não altero a sua substância, sua composição física. Agora se eu mexo na composição, aí a questão é outra: Eu alterei o original, porque essência de mamão não é mamão. Essência de acerola, não é acerola. A digitalização desnatura, corrompe a série harmônica de Fourier (componentes de Fourier). E não recria os formantes presentes nos instrumentos. (Um maestro saberia bem dizer melhor o que é formante - personalidade sonora de um instrumento, pois cada instrumento soa ímpar). É isso: a equalização RIAA pode mexer com o volume das freqüências do evento original, mas não as desnatura; não as destrói. É como se você quisesse mandar uma estátua de aleijadinho pro Japão, mas quisesse mandá-la dentro de um grande envelope: v. fotografa a estátua, tritura essa estátua, reduz tudo a pó e coloca no envelope. Lá no japão, você refaz a massa e esculpe tudo de novo. É a estátua de aleijadinho ou é a sua estátua? V. codificou a estátua, não foi? Para recompô-la, não foi? Pois é. Codificação é isso. A energia é destruída, o processo criativo desapareceu para dar lugar a outro processo criativo. Isso é digitalização, numa imagem silogistica. Não se discute a beleza, pureza de sua estátua, mas não é mais a estátua de Aleijadinho. A gravação digital agride a intangibilidade da arte, relendo-a e maculando-a na sua originalidade.
Ou seja, para alguns, distorção é alteração do sinal original quando inclui-se freqüencias extras, mesmo que ruídos de fundo, estalos, "aquecimento do som" ou outros harmônicos.
Refletindo o mesmo tema agora ajudado pela disciplina Raciocínio Lógico ou Lógica:
No meu entendimento, distorção pode ser isso também; mas não é qualquer tipo de alteração. Não necessariamente inclusão de freqüências no sinal original significa distorção.
Eu sempre defendo aqui que o sinal do vinil é inviolado, perfeito, fiel na medida do possível, pois não é "fatiado" no conversor para depois ser reconvertido... É como se, para eu transportar uma estátua de arte para o Japão, como exemplo, uma das estátuas de Aleijadinho em Ouro Preto, eu colocasse a estátua em um moedor e transformasse tudo em pó, para, levando em pequenos saquinhos, reconstruir essa mesma estátua lá no Japão, tudo para não ter que carregar uma estátua grande e pesada. Lógico, Mesmo que ela seja reconstruída por computador e robótica, não será a mesma obra de arte de Aleijadinho, jamais.
Ou seja, o fato do som do vinil ter colorações não significa que ele está distorcido. Ele está apenas acrescentado de coisas que podem ser julgadas como boas ou ruins para o ouvido.
É uma questão de lógica: Vejamos:
LÓGICA: (Disciplina obrigatória em vários cursos superiores de humanas).
VAMOS COMPARAR A FRASE ABAIXO, AO SINAL ORIGINAL DE ÁUDIO:
Maria é bonita. (Frase original, sem distorções de sentido lógico).
Maria é muito bonita.
Maria é muito bonita e inteligente.
Maria é muito bonita e inteligente e tem um marido esforçado.
Repare que nas três frases, a oração Maria é bonita não se modificou. Portanto não houve distorção no seu sentido; não houve alteração no sentido sobre a beleza de Maria. Maria continua sendo bonita apesar dos acréscimos.
Agora se eu digo:
Maria é mais ou menos bonita.
Maria é mais ou menos bonita e inteligente.
Maria é mais ou menos bonita e inteligente e tem um marido esforçado.
* Repare como houve uma distorção de sentido em relação à beleza de Maria, apesar dos acréscimos.
É isso que eu tento dizer. Mas por muitos não sou entendido.
Para muitos da eletrônica de áudio, é isso: Acrescentou, distorceu.
Ao meu ver, carência de raciocínio lógico. Muitos saberes são transmitidos e retransmitidos ao longo do tempo erroneamente e às vezes sem uma reflexão de sua verdade. Isso é muito comum em matérias relativas a ciências exatas. É o que chama-se em psicologia de transmissão de modelos de comportamento, numa analogia.
Logo, "fatiou", não é mais o som original". Raciocínio lógico puro. Raciocínio dialético.
15. As Diversas Curvas de Equalização, antes da Padronização.
Columbia (1925 - 1937) - 200 Hz; Victor (1925 - 1937) - 200 Hz; Westrex - 200 Hz; Decca (1935 - 1949) - 250 Hz; EMI - 250 Hz; English Columbia - 250 Hz; HMV (1931) - 250 Hz; EMI (1931) - 250 Hz; London - 250 Hz; Blumlein - 250 Hz; Columbia (1938 - End) -300 Hz; BSI - 350 Hz; Capitol - 400Hz; Mercury - 400 Hz; Brunswick - 500 Hz; Decca (1925 - 1929) - 500 Hz; Edison Laterals (1929) 500 Hz; MGM - 500 Hz; Parlophone - 500 Hz Victor (1938 - 1952) - 500 Hz; “629” - 629 Hz. Acoustical Recordings - 0 Hz. Note-se que esta última não usava o processo, equalizando normalmente suas gravações.
A fórmula matemática para a obtenção da curva RIAA, para os que desejam aprofundar-se no assunto, você encontra no site http://www.tanker.se/lidstrom/riaa.htm .
Retirado do blog http://vinilnaveia.blogspot.com/
14. DISTORÇÃO: A equalização padrão RIAA desnatura o evento original no processo analógico? A EQUALIZAÇÃO RIAA É DISTORÇÃO? Claro que não!
Para alguns, a inclusão de "colorações", de freqüências extras ao sinal, é distorção! Não concordo e justifico meu ponto de vista.
Não é distorção porque não mexe na integridade da energia da onda, não mexe na sua essência! Não altera a substância original, não modifica as milivoltagens das tensões elétricas que a compõem ou a relação entre elas - elas permanecem exatas. Acrescer não significa retirar o anterior. Equalização é mexer com quantidade de som para cada freqüência (volume) e não com a sua composição. DISTORÇÃO É A SATURAÇÃO DO SINAL DE ÁUDIO, tornando o que antes era musical, uma ABERRAÇÃO SONORA. Distorcer é saturar o sinal de áudio. A distorção prejudica grosseiramente a estética do som, é o resultado grosseiro de uma interferência humana, voluntária ou não. Mais abaixo, no final desse item, coloco um exemplo de raciocínio lógico para explicar. Por enquanto, vamos só na técnica.
A curva de equalização foi um caminho achado pelos engenheiros de áudio para fazer com que coubesse mais músicas dentro de um LP, isto porque os movimentos laterais amplos da agulha de corte geravam sulcos muito largos no momento de corte do vinil fazendo que num LP coubesse poucas músicas. Aí resolveram inverter a equalização reduzindo os graves e aumentando os agudos, já que estes produziam expansões laterais menores no estilete de corte, gerando assim um sulco mais fino, e, consequentemente, mais músicas gravadas. No momento da audição do LP, toda essa curva era recuperada nos pré-amplificadores domésticos ou profissionais. E porque RIAA? RIAA vem do inglês "Recording Industry Association of América", ou Associação Americana das Indústrias de Gravação. Foi a Associação que acabou impondo (ou a dela foi escolhida democraticamente) a sua curva de equalização, posto que antes haviam várias equalizações: A da Columbia, a da RCA, a da Victor, DECCA, EMI, Capitol, Mercury e outras que relacionarei adiante. Então para padronizar, já que discos equalizados diferentemente tocando em aparelhos de som também com equalizações não correspondentes gerava prejuízo na audição e muita confusão, é que a comunidade industrial de gravadoras passou a utilizar uma curva padrão. Voltando ao assunto inicial, sobre "porque a equalizaçãonão mexe na energia da onda, é como se eu desse a você, numa primeira visita na minha casa, um suco de mamão com laranja, natural. Todo natural. E numa segunda visita, na falta do mamão, eu desse a você um suco de laranja natural misturado com "Tang" de mamão (aquele saquinho com o pozinho dentro). Pois é, é parecido mas não é a mesma coisa. Se eu coloco mais mamão ou menos mamão no 1º suco na 1ª visita que v. me fez, eu estou mexendo com quantidade: Mais mamão, menos mamão e mais laranja e assim por diante, e esse suco pode conter até mais coisas, mamão, laranja, acerola, enfim... isso é mexer com quantidades, isso é equalização (RIAA). Eu mexo nas freqüências mas não altero a sua substância, sua composição física. Agora se eu mexo na composição, aí a questão é outra: Eu alterei o original, porque essência de mamão não é mamão. Essência de acerola, não é acerola. A digitalização desnatura, corrompe a série harmônica de Fourier (componentes de Fourier). E não recria os formantes presentes nos instrumentos. (Um maestro saberia bem dizer melhor o que é formante - personalidade sonora de um instrumento, pois cada instrumento soa ímpar). É isso: a equalização RIAA pode mexer com o volume das freqüências do evento original, mas não as desnatura; não as destrói. É como se você quisesse mandar uma estátua de aleijadinho pro Japão, mas quisesse mandá-la dentro de um grande envelope: v. fotografa a estátua, tritura essa estátua, reduz tudo a pó e coloca no envelope. Lá no japão, você refaz a massa e esculpe tudo de novo. É a estátua de aleijadinho ou é a sua estátua? V. codificou a estátua, não foi? Para recompô-la, não foi? Pois é. Codificação é isso. A energia é destruída, o processo criativo desapareceu para dar lugar a outro processo criativo. Isso é digitalização, numa imagem silogistica. Não se discute a beleza, pureza de sua estátua, mas não é mais a estátua de Aleijadinho. A gravação digital agride a intangibilidade da arte, relendo-a e maculando-a na sua originalidade.
Ou seja, para alguns, distorção é alteração do sinal original quando inclui-se freqüencias extras, mesmo que ruídos de fundo, estalos, "aquecimento do som" ou outros harmônicos.
Refletindo o mesmo tema agora ajudado pela disciplina Raciocínio Lógico ou Lógica:
No meu entendimento, distorção pode ser isso também; mas não é qualquer tipo de alteração. Não necessariamente inclusão de freqüências no sinal original significa distorção.
Eu sempre defendo aqui que o sinal do vinil é inviolado, perfeito, fiel na medida do possível, pois não é "fatiado" no conversor para depois ser reconvertido... É como se, para eu transportar uma estátua de arte para o Japão, como exemplo, uma das estátuas de Aleijadinho em Ouro Preto, eu colocasse a estátua em um moedor e transformasse tudo em pó, para, levando em pequenos saquinhos, reconstruir essa mesma estátua lá no Japão, tudo para não ter que carregar uma estátua grande e pesada. Lógico, Mesmo que ela seja reconstruída por computador e robótica, não será a mesma obra de arte de Aleijadinho, jamais.
Ou seja, o fato do som do vinil ter colorações não significa que ele está distorcido. Ele está apenas acrescentado de coisas que podem ser julgadas como boas ou ruins para o ouvido.
É uma questão de lógica: Vejamos:
LÓGICA: (Disciplina obrigatória em vários cursos superiores de humanas).
VAMOS COMPARAR A FRASE ABAIXO, AO SINAL ORIGINAL DE ÁUDIO:
Maria é bonita. (Frase original, sem distorções de sentido lógico).
Maria é muito bonita.
Maria é muito bonita e inteligente.
Maria é muito bonita e inteligente e tem um marido esforçado.
Repare que nas três frases, a oração Maria é bonita não se modificou. Portanto não houve distorção no seu sentido; não houve alteração no sentido sobre a beleza de Maria. Maria continua sendo bonita apesar dos acréscimos.
Agora se eu digo:
Maria é mais ou menos bonita.
Maria é mais ou menos bonita e inteligente.
Maria é mais ou menos bonita e inteligente e tem um marido esforçado.
* Repare como houve uma distorção de sentido em relação à beleza de Maria, apesar dos acréscimos.
É isso que eu tento dizer. Mas por muitos não sou entendido.
Para muitos da eletrônica de áudio, é isso: Acrescentou, distorceu.
Ao meu ver, carência de raciocínio lógico. Muitos saberes são transmitidos e retransmitidos ao longo do tempo erroneamente e às vezes sem uma reflexão de sua verdade. Isso é muito comum em matérias relativas a ciências exatas. É o que chama-se em psicologia de transmissão de modelos de comportamento, numa analogia.
Logo, "fatiou", não é mais o som original". Raciocínio lógico puro. Raciocínio dialético.
15. As Diversas Curvas de Equalização, antes da Padronização.
Columbia (1925 - 1937) - 200 Hz; Victor (1925 - 1937) - 200 Hz; Westrex - 200 Hz; Decca (1935 - 1949) - 250 Hz; EMI - 250 Hz; English Columbia - 250 Hz; HMV (1931) - 250 Hz; EMI (1931) - 250 Hz; London - 250 Hz; Blumlein - 250 Hz; Columbia (1938 - End) -300 Hz; BSI - 350 Hz; Capitol - 400Hz; Mercury - 400 Hz; Brunswick - 500 Hz; Decca (1925 - 1929) - 500 Hz; Edison Laterals (1929) 500 Hz; MGM - 500 Hz; Parlophone - 500 Hz Victor (1938 - 1952) - 500 Hz; “629” - 629 Hz. Acoustical Recordings - 0 Hz. Note-se que esta última não usava o processo, equalizando normalmente suas gravações.
A fórmula matemática para a obtenção da curva RIAA, para os que desejam aprofundar-se no assunto, você encontra no site http://www.tanker.se/lidstrom/riaa.htm .
Não está mal, não senhora. Mas tudo não passa de uma falsa questão, porque o Norbert pode ser encomendado com ou sem regulação. E mesmo os que têm regulação, basta por no ponto neutro, que nada se altera.
Mas já disse tudo o que acho sobre a melhor compra (valor/qualidade) que alguma vez fiz.
E estou mais do que satisfeito. E quando assim é.....
Mas já disse tudo o que acho sobre a melhor compra (valor/qualidade) que alguma vez fiz.
E estou mais do que satisfeito. E quando assim é.....
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