Breve historia dos GD...

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27042009

Mensagem 

Breve historia dos GD...






Olà,

Afim de alimentar a secçao analogico do Forum e de ajudar « modestamente » a formaçao dos jovens interessados pelo vinilo, vou escrever uma especie de saga sobre a evoluçao das maquinas de leitura. No fim de semana Pascoal fiz uma experiencia interessante. Comparei a Garrard 301 dum amigo meu com a Thorens TD124 no mesmo sistema. O objectivo nao era de saber a qual das duas soa melhor, mas de tentar compreender o interesse actual por esses modelos de gira discos em todos os lados do mundo e aqui em França em particular. Como animo um clube de audiophilos/melomanos aqui, eles pediram-me para que faça uma apresentaçao dos Giras que marcaram a evoluçao do analogico e que representam uma evoluçao « flagrante » na qualidade de reproduçao. Dividi esta historia em 5 episodios. Os membros teém direito a duas horas de apresentaçao do GD, escuta do mesmo, petisco e vinho e discussao sobre o assunto acompanhado de escutas tranquilas. Ou seja um total de 5 horas de gozo. Aqui vou ter que fazer um resumo da apresentaçao das maquinas. Se tiverem perguntas ponham, eu tentarei responder. Se acharem o topico inutil digam porque assim economiso em escritura. Certos termos tecnicos nao vao ser exactos pois fiz os meus estudos aqui e nao conhéço todos os termos em português. A voçês o trabalho de corrigir esses mesmos erros.

O GARRARD 301

[img][/img]

Apresentaçao : Primeiro GD considerado verdadeiramente de alta-fidelidade o G301 é um mito absoluto e a sua procura continua actualmente e os preços continuam elevados para uma maquina que tém mais de cinquenta anos. E um « idler drive » o que quer dizer que o prato é movido por uma roldana em borracha. O motor possede 3 polias, que em contacto com a roldana (que esta em contacto com o interior do prato) permetem de obter as velocidades de 78, 45, e 33 voltas por minuto. Um travao magnetico permete de variar a velocidade de +/- 3%. Nao é um GD no sentido proprio mas um motor de reproduçao « transcription motor », pois de origem nao tem braço nem base, é feito para ser encastrado num movel e ligado ao braço que se quizer. Cerca de 100000 foram produzidos entre 1944 e 1966. Existem dois tipos o « grease bearing » e o « oil bearing » que corresponde à lubrificaçao do eixo central por massa “grease” e a oleo “oil”. Os mais antigos sao de cor cinzenta martelada, pois eram feitos com os restos do armamento da segunda grande guerra, depois a cor ficou a ser creme branqueado. O motor de 16 Watts é potente e uma das suas maiores qualidades e defeitos. O pai desta linda maquina é o E.W.Mortimer.

Avantagens : A trilogia motor potente, mecanica simples e pragmatismo concetual inglês, fazem da G301 um verdadeiro camiao. Isto nunca avaria e roda sempre a uma velocidade relativamente justa. O sistema de roldana impede as micro-travagens quando os sulcos sao profundos ou com celulas com força de apoio elevadas. O sistema de roldana permete tambem de auto-amortecer o prato que permete um grave profundo e uma frequencia de resonancia estavel. A escolha de um braço de 9 a 12 polegadas é mais facil e a base pode ter a estetica que se deseja. O gira pode ser facilmente amelhorado com varios « tweeks » disponiveis. Tudo ou quase é metalico e se desmonta com uma chave de fendas o que permete de reparar facilmente um problema qualquer.

Inconvenientes : Muitos !!! A sagrada rigidez braço/prato nao é optimal (é mesmo muito mà) neste GD, o motor « polui » magneticamente as celulas com resultados estranhos (é o unico ponto em que o G401 é superior), e vibra muito devido a potencia e a equilibragem que nao é muito precisa, a polia de pequeno diametro que roda a 1500 vpm, derrapa (micro-derrapagem) sobre a roldana e faz variar a velocidade do prato, a ausencia de suspensao e as vibraçoes do motor conferem-lhe um rumble importante. A simplicidade de fabricaçao e as toleranças largas do eixo principal fazem com que a precisao de leitura dos micro-sulcos nao seja ideal. Ultimo ponto, o barulho de ferro-velho dos cardans de comando, dao uma sensaçao de rafeiro ao GD, mas os aficionados (como eu) adoram, pois faz parte do objeto.

Escuta : O G301 é um aparelho magico. A soma dos seus defeitos daria em todo outro GD um lamentavel fiasco. No G301 esses defeitos se tornam em qualidades hipnoticas. A dinamica do 301 é fantastica, quase selvagem. A musica tem vida, ritmo e abertura. As vozes teem uma materia e uma espessura unica, devido ao braço separado do suporte do prato. A ausencia de rigor fina (devido entre outras, às tolerancias largas de fabricaçao) produz um som aveludado nas vozes, e nos saxophones que nao existem em nenhum outro GD. O 301 transforma a ausencia de justeza e rigor, num som humano que enfeitiça o auditor. E um dos raros giras que marca o som da mesma maneira, qualquer que seja o braço, célula, ou phono associados. Em resumo o G301 brilha pela dinamica e pela vida que confere à musica, a subtilidade, a elegancia e a justesa ele deixa aos outros colegas que fazem melhor. Um gira de raça, um pouco rock, que quando se ama nao hà equivalente. Um mito justo ...

Até+

td124
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Breve historia dos GD... :: Comentários

Mensagem o 8/5/2009, 08:31  António José da Silva (conectado)

ccavis escreveu:Caro Mestre Td
Desculpe a impaciência deste seu leitor

Poderei algum dia ter a surpresa de lêr alguma coisa sobre os Tangenciais ?
Nunca tive nenhum.....mas aquilo era Magia a trabalhar...Não era ? Para mim era!

Penso que tentavam reproduzir (na leitura ) as máquinas de burilamento da Matriz Original LP..ou estou engananado ?
Se calhar era coisa de Circo ? tongue
Obrigado

CC


Bom dia ccavis

Antecipando-me um pouco ao grande Mestre Very Happy posso-te dizer que realmente a leitura tangencial e aquela que mais fielmente lê aquilo que a cabeça de corte cortou. Os braços "normais" só passam duas vezes na linha ideal de corte durante a leitura. os chamados ponto zero exterior e interior. ( http://www.theanalogdept.com/overhang.htm )
A afinação do braço de pivô seja pelas contas de Baerwald ou Lofgren, (há mais dois) é um compromisso em que o erro de leitura é mantido num mínimo.
Quanto ao braço tangencial, não requer nada disto, visto ler o disco como foi originalmente cortado. (http://www.cutterheadrepair.com/cutterheadrepair.it/fotonuove2/DSC02112.JPG)

Se as diferenças são ou não audíveis, não sei. Eu gosto muito dos braços de pivô.
Mas vamos aguardar que o Mestre em pessoa responda e nos elucide melhor.

Abraço

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Mensagem o 8/5/2009, 13:24  td124

António José da Silva escreveu:
ccavis escreveu:
Caro Mestre Td
...
Poderei algum dia ter a surpresa de lêr alguma coisa sobre os Tangenciais ?
Nunca tive nenhum.....mas aquilo era Magia a trabalhar...Não era ? Para mim era!
...
Penso que tentavam reproduzir (na leitura ) as máquinas de burilamento da Matriz Original LP..ou estou engananado ?
Se calhar era coisa de Circo ? tongue
...
CC


Bom dia ccavis

Antecipando-me um pouco ao grande Mestre Very Happy posso-te dizer que realmente a leitura tangencial e aquela que mais fielmente lê aquilo que a cabeça de corte cortou.
...
Mas vamos aguardar que o Mestre em pessoa responda e nos elucide melhor.

Abraço


Olà,

antes de tudo nao sou um mestre Embarassed , e se sou é nos amplificadores e derivados Laughing, o analogico é uma paixao como para vocês ...

O Antonio tém razao, os tangenciais sao os unicos braços a preservar a geometria de leitura identica à geometria de corte do burim gravador. Mas (vocês jà sabem que no analogico hà sempre um mas :damn: ), os problemas associados sao tantos que na realidade sao braços muito longe da perfeiçao. Vàrios problemas sao a causa :

1) O braço tangencial avança por micro-puxoes, para se adaptar au passo da espiral de sulcos (que nao é igual segundo o tempo da face), o que faz que a azimutagem é em permanençia oscilante à volta dos micro puxoes (é grave...)

2) O braço é ligado à mecanica de movimento horizontal por meio doce e nao rigido. A anulaçao das vibraçoes segundarias da célula e primarias do GD nao sao correctamente amortecidas (é grave...)

3) A sagrada rigidez, braço/eixo/prato, nao é optimal pois o braço é ou posto ao lado do GD (é um grande problema...) ou pousado na placa superior e transforma-se num no de resonancias terciarias (outro problema grave...), que é muito dificil a resolver.

4) Enfim a força de apoio (estàtica e dinamica) do braço, é inferior aos bons modelos a eixos duplos ou eixo unico (uni-pivot), o que desfavorisa a leitura dos micro-sulcos e as frquências elevadas...

O unico que conheço perfeito (ou quase) é o Tegaraki SYGMA (braço artisanal Japonês), que memorisa por um laser o passo da espiral e lê depois com uma precisao de oscilaçao horizontal de 5 microns, e sem puxoes pois é movido por um motor linear.

Rapidamente é o melhor que posso fazer sobre os tangenciais... espero ter sido claro...

Até+

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Mensagem o 8/5/2009, 13:29  td124

fm&stereo escreveu:Goldring? confused


Nao fm&stereo,

é a velha REGA Planar 2 que normalmente descobriremos esta noite...

Até+

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Mensagem o 8/5/2009, 13:35  António José da Silva (conectado)

td124 escreveu:
fm&stereo escreveu:Goldring? confused


Nao fm&stereo,

é a velha REGA Planar 2 que normalmente descobriremos esta noite...

Até+


Mas o braço ainda não era o deles

Abraço

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Mensagem o 8/5/2009, 16:10  milton (conectado)

há pelo menos um tangencial que resolve esses problemas com uma simplicidade desarmante,que é o The Cartridgeman "The Conductor" air bearing tonearm,isto a julgar pelo desenho aparentemente simples e relatos variados...
deslocando-se numa pelicula de ar sem atrito,é a espira do disco que o "pucha",e sendo tangencial tem o problema do antiskating resolvido.
abraço
Milton

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Mensagem o 8/5/2009, 16:16  António José da Silva (conectado)

milton escreveu:há pelo menos um tangencial que resolve esses problemas com uma simplicidade desarmante,que é o The Cartridgeman "The Conductor" air bearing tonearm,isto a julgar pelo desenho aparentemente simples e relatos variados...
deslocando-se numa pelicula de ar sem atrito,é a espira do disco que o "pucha",e sendo tangencial tem o problema do antiskating resolvido.
abraço
Milton


Boa tarde Milton

Existem muitos a ar. O the conductor até pode ser bom, mas aquando do seu lançamento, tive a oportunidade de o ver nas revistas e ler sobre ele. Quanto ao ser bom ou não a nível sonoro, não sei, agora a qualidade dos acabamentos, está ao nivel de um diy de garagem, mas mal executado. Parece que nem tiveram uma lima à mão. Penso que não seja algo que se apresente. Claro que no caso de ser uma bomba sonora, está perdoado.

Abraço

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Mensagem o 8/5/2009, 16:19  milton (conectado)

lá tás tu com a mania das mariquices... Laughing

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Mensagem o 8/5/2009, 16:23  António José da Silva (conectado)

milton escreveu:lá tás tu com a mania das mariquices... Laughing


Para me redimir e parecer mais macho, aqui vai um site com montes de braços tangenciais e um pouco da sua história.

Mas não quero ir mais off topic, senão ainda levo um puxão de orelhas do td124 e moderação.

Abraço

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Mensagem o 8/5/2009, 20:48  fm&stereo

td124 escreveu:
fm&stereo escreveu:Goldring? confused


Nao fm&stereo,

é a velha REGA Planar 2 que normalmente descobriremos esta noite...

Até+


Eu bem que desconfiei, mas não quis arriscar. :damn: A Audioteam tem lá um braço desses. Smile

Fico muito contente com estes comentários.

Bem-haja!

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Mensagem o 8/5/2009, 21:57  Omar

Boas

alguém por aqui tem um Rega Planar 2 ?

Omar

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Mensagem o 8/5/2009, 22:55  td124

[img][/img]


A Rega foi fundada no mesmo ano em que saiu o LINN LP12, ou seja em 1973. O primeiro gira chamava-se Planet e era uma espécie de prototipo dos modelos a vir. Em 1975 a marca apresenta o Planar 2, un novo icono Inglês vinha de nascer, vamos là compreender juntos porquê.

Panorama : Em 1975 o Garrard 401 ainda é produzido (ele serà até 1977), o LP12 é aclamado pela imprensa e vende-se muito bem, mas o mundo da hifi jà nao é o mesmo. Desde o principio da década, a hifi Japonesa entrou em massa no mercado occidental. Os preços sao mais baixos, e a qualidade visivel é superior à dos aparelhos occidentais. Os constructores que nascem tém de ser engenhosos para conciliar qualidade, estética e baixo preço (ainda hoje esse problema existe…). Tony RElph e Roy GAndy compreenderam, que havia lugar para um produto de qualidade, simples, bonito, original e soando bem. O Tony Relph, simplificou tudo o que era possivel num gira, e o resultado é um novo GD, de um novo tipo, o REGA Planar 2.

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Apresentaçao : O Planar 2 é uma prancha de madeira, com um motor, um prato de vidro e um braço. Hà também três pés e um interruptor… Visto assim ninguem compreende o porquê desta analise. Mas o REGA é muito mais que isso no detalhe. A prancha é feita de uma espécie de aglomerado de madeira, placado nas duas faces com uma folha de resina fénolica (do tipo formica) muito dura e resistente. Esta técnica permete à prancha (corpo) de ter uma grande rigidez e uma boa resistência à torsao por um preço baixo. Visto que o critério preço/simplicidade nao permete de suspender o gira, o Tony Relph vai suspender o motor ! E de uma maneira genial, pois ele vai utilizar uma correia identica à do gira para sustentar elasticamente o motor. Simples, eficaz, barato e engenhoso. O eixo industrial é de uma precisao média, mas a qualidade do prato é boa. Nao existe nenhuma peça mecanica visivel e solta, outra que a chumaçeira e a polia do motor. O prato em vidro de 8/10mm (fàcil a fabricar e liso naturalmente) apoia num subprato em plastico nervurado que amorteçe as resonancias do vidro. Um tapete de feltro vém impedir o contacto directo do vidro com os discos. Mas um detalhe salta aos olhos de toda a gente, é o braço. Muito bem fabricado para um gira tao simples e modesto de aparencia (o braço de precisao RB200 é fabricado no Japao pela Jelco). Isto sera a assinatura da REGA, até hoje, pois os braços da marca sao muito bons, alguns sao mesmo excelentes e sao utilisados por muitos constructores reputados. Com esta analise voçês compreendem que o Planar 2 nao é um brinquedo e que isto pode fazer musica…
O REGA é a evoluçao (ideologica) do Garrard 301, ou seja, o pragmatismo Inglês, a simplicidade e a malicia inventiva. Se me permetem a comparaçao, o G301 é um cosido à portuguesa, o Planar 2 é uma salada de tomates. Um é bom no inverno com um tinto, e o outro no verao com um Rosado fresco, mas sao verdadeiramente as faces opostas de uma mesma moeda… Um é um grande GD, o outro é um pequeno gira, mas um grande produto.

Avantagens : Musicalmente, fora o braço nao hà muito a dizer. A massa pequena e a construçao media, nao lhe permite de competir e ter avantagens em relaçao aos outros GD jà citados. Mas a sua simplicidade, a ausencia de ajustes e a fiabilidade sao pontos positivos.

Inconvenientes : O pequeno peso do Planar 2, e a ausencia de suspensao, faz com que ele seja muito sensivel às vibraçoes. E preferivel metê-lo num movel de parede que num movel de chao, com os outros aparelhos. O motor pouco potente pode vibrar ao arranque, é preferivel o ajudar em lançando o prato à mao.

Escuta : A principal qualidade do Planar 2 é a leveza. O som é limpo, lisivel, com uma boa dinamica nos médios. A banda é curta no grave, mas apresenta uma fineza inesperada nos agudos. A qualidade do braço RB200 é por muito nisto. Finalmente é um gira simpatico, com um som de qualidade e que priveligia a luz, a vida e a frescura. Nao é um grande GD intelectual, mas nao foi feito para isso. O REGA nao faz tudo, mas o qua faz, é bem feito e de uma maneira muito pessoal. Para sobreviver 33 anos, esta ultima qualidade é essencial.

P.S. As fotos foram feitas por mim, e sao as do Planar 2 dos anos setenta que me emprestaram para fazer esta cronica.

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Mensagem o 8/5/2009, 23:32  António José da Silva (conectado)

Mais uma excelente crónica. Eu bem te disse que o braço era Japonês sem querer dizer que era da Jelco. Por falar em Jelco. Andam a falar muito bem dos seus últimos braços e em especial do de 12"

Abraço


PS: Depois dos giras e das afinações, ainda vais ter trabalho a explicar como só tu sabes, sobre células, discos e tudo o que os envolve, e a limpeza deles. Como vês, vais estar vários anos a escrever diariamente no fórum. lol!

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Mensagem o 9/5/2009, 08:16  td124

António José da Silva escreveu:Mais uma excelente crónica. Eu bem te disse que o braço era Japonês sem querer dizer que era da Jelco. Por falar em Jelco. Andam a falar muito bem dos seus últimos braços e em especial do de 12"

Abraço


PS: Depois dos giras e das afinações, ainda vais ter trabalho a explicar como só tu sabes, sobre células, discos e tudo o que os envolve, e a limpeza deles. Como vês, vais estar vários anos a escrever diariamente no fórum. lol!



:damn: :damn: :damn: :damn: :damn: :damn: :damn: Laughing Wink

Estou a preparar o proximo, que vai ser pesado, ou talvez nao, nao sei, logo veremos... Question

Até+

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Mensagem o 9/5/2009, 08:41  António José da Silva (conectado)

Pesado, pesado, pesado,

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